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quarta-feira, 27 de janeiro de 2016

Conservar Património, n.º 22



Já está disponível o n.º 22 da revista Conservar Património, publicada pela Associação Profissional de Conservadores-Restauradores de Portugal.

Com data de capa de Dezembro de 2015, este número é integralmente dedicado à publicação dos textos resultantes de algumas comunicações apresentadas na da conferência internacional GILT-EnArt2015 – Gilding Materials and Techniques in European Art, que decorreu, na Universidade de Évora, de 25 a 27 de Maio de 2015.

A revista está diponível em http://dx.doi.org/10.14568/cp22.

Índice:
  • Sílvia Ferreira, Dourar e pintar: a polivalência artística dos mestres douradores de Lisboa na época barroca, pp. 7-16
  • Martina Vuga, Miladi Makuc Semion, Typical conservation problems of polychrome wooden sculptures in Slovenia, pp. 17-27
  • Tiago Dias, Elsa Murta, Cristina Barrocas Dias, Vítor Serrão, All that glitters is not gold: silver leaf gilding, another means to an end, pp. 29-40
  • M. Oliveira, E. Murta, L. Dias, J. Mirão, A. Candeias, Gilding materials and techniques - comparison between altarpieces and their sculptures: a case study, pp. 41-49
  • Srebrenka Bogovic-Zeskoski, Gold and not so real gold in Medieval treatises, pp. 51-58
  • Antónia Fialho Conde, Custódia Araújo, Milene Gil, Gilders and painters-gilders in the Golden Age of Évora, pp. 59-66
  • Patrícia Alexandra Rodrigues Monteiro, Painting with gold: gilders in Northern Alentejo in the 17th and 18th centuries, pp. 67-72

domingo, 12 de maio de 2013

Estudo material da pintura de Bruegel, o Velho e de Bruegel, o Novo



Embora já tenha sido publicado há alguns meses, só agora tive oportunidade de consultar uma obra sobre o estudo material de obras de arte que, certamente, ficará como uma referência. Trata-se de:

Christina Currie, Dominique Allart, The Brueg(h)el Phenomenon. Paintings by Pieter Bruegel the Elder and Pieter Brueghel the Younger with a Special Focus on Technique and Copying Practice, 3 volumes, Brussels, Royal Institute for Cultural Heritage, 2012.

O índice está livremente disponível aqui.

Da apresentação:

The fascination exerted by the works of the illustrious Pieter Bruegel the Elder in the decades following his death in 1569 is matched only by the intense interest they generate today. At the end of the sixteenth century and in the first half of the seventeenth, the most ambitious art collectors fought over the few paintings by the master that were still on the market. This setting was the catalyst for the appearance of copies and pastiches – and even deliberate forgeries. It was then that the elder son of Pieter Bruegel, known as Pieter Brueghel the Younger (whose name is spelled ‘Brueghel’ here, conforming to the signature that he adopted during the initial phase of his career) emerged as a legitimate successor, producing astonishingly faithful replicas of his father’s paintings. This was all the more surprising given that they were often made after works that were by then dispersed in diverse and sometimes inaccessible private collections. Operating within the context of a sizeable workshop, Brueghel supplied the market with hundreds of copies of variable quality according to demand. This enterprise merited re-evaluation from a technical point of view: how were such vast numbers of copies produced in practice?

This three-volume book explores the intriguing Brueg[H]el phenomenon through the two artists’ painting practices. The technical aspects of their works are investigated in a detective-like manner and are strikingly elucidated with a wealth of colour illustrations. The reader will come to understand the accomplished practitioner behind the genius that is Bruegel the Elder and the working procedures of his foremost emulator’s workshop. Furthermore, Brueghel the Younger’s exceptional qualities as a painter are singled out from those of his workshop production. The book also reveals fresh discoveries on the father’s creative process through the study of his son’s copies.

sábado, 27 de abril de 2013

Revistas relevantes para a conservação e restauro publicadas em Portugal



Acabou de sair a revista News in Conservation, n.º 35, de 2013, publicada pelo International Institute for Conservation of Historic and Artistic Works (IIC), que contém um texto meu sobre as revistas relevantes para a conservação e restauro publicadas em Portugal. Trata-se do 3.º texto de uma série dedicada às revistas de diversos países (os primeiros textos, publicados nos dois números imediatamente anteriores, incidem sobre as revistas da Bulgária e da Nova Zelândia, respectivamente).

A revista está aqui e as páginas apenas com o texto publicado sobre as revistas em Portugal aqui, em ambos os casos com acesso livre.

O texto que escrevi foi objecto de revisão pelos editores da série que, se melhorou o inglês, modificou significativamente o conteúdo. Mais concretamente, o texto publicado (que eu não tive oportunidade de rever) perdeu alguma informação (nomeadamente uma tabela com a informação sistemática sobre as revistas mencionadas) e ganhou algumas incorrecções.

Por isso, coloquei o texto original, mais desenvolvido e com a tabela que é parte integrante do mesmo, aqui.

A pintura, segundo Francisco de Holanda



O 40.º volume da biblioteca digital de antigos tratados técnicos em português, que acabei de colocar online, é o tratado de pintura de Francisco de Holanda, concluído em meados do século XVI, mas impresso pela primeira vez (em português) no início do século XX (precisamente a edição seguinte):

Francisco de Hollanda, Da Pintura Antigua, edição de Joaquim de Vasconcellos, Porto, Renascença Portuguesa, 1918.

Está aqui, com acesso livre.

Tanto quanto sei, esta é a única cópia digital livremente disponível na internet.

domingo, 14 de abril de 2013

Estudo técnico de um retábulo renascentista



O seguinte livro está disponível na internet com acesso livre:

Carmen Morte García, Margarita Castillo Montolar (ed.), El Retablo Mayor Renacentista de Tauste, Zaragoza, Institución Fernando el Católico, 2012.

Está aqui.

Índice:

  • Carmen Morte García, Margarita Castillo Montolar, Estudio Histórico-artístico, pp. 11-113
  • Ana Carrassón López de Letona, Los Procedimientos Técnicos de la Policromía del Retablo Mayor de Santa María de Tauste, pp. 115-141
  • M.ª Carmen Lacarra Ducay, Las Pinturas Murales Góticas de la Capilla Mayor, pp. 143-152
  • Carmen Morte García, Margarita Castillo Montolar, Anexo fotográfico, pp. 153-186

A cor e a química



O seguinte livro foi publicado há poucos meses:

Mary Virginia Orna, The Chemical History of Color, Heidelberg, Springer, 2013.

Índice:

  • Introduction: Colors, Natural and Synthetic, in the Ancient World, 1
  • Discovery of the Physics of Color, 11
  • The Chemical Causes of Color, 29
  • Colorant Usage from Antiquity to the Perkin Era, 47
  • Beyond Perkin, 79
  • Major Analytical Techniques Based on Color: Volumetric Analysis; Chromatography; Spectroscopy; Color Measurement, 93
  • Color on the Biological and Biochemical Front, 111
  • Finale: Color in Foods, Photochemistry, Photoluminescence, Pharmaceuticals, Fireworks, Fun, and the Future, 129

terça-feira, 22 de janeiro de 2013

Pinturas murais romanas e falsificação



Foi hoje disponibilizada na internet a seguinte tese de doutoramento:

Delphine Burlot, Peintures Romaines Antiques et Faussaires. Sources et Techniques, 2 volumes, Paris, Université Paris-Sorbonne, 2007.

Está aqui, com acesso livre.

Resumo:

Dès leur découverte au XVIIe siècle, les peintures antiques ont suscité la fabrication de faux. Les premières publications sur les peintures antiques se firent simultanément à la diffusion des copies en couleur et l'ouvrage de G. P. Bellori et de P. S. Bartoli sur les peintures du tombeau des Nasonii connut un grand succès dans toute l'Europe. Au XVIIIe siècle, les fouilles entreprises par le roi de Naples à Herculanum mirent au jour un grand nombre de peintures et suscitèrent la curiosité des voyageurs européens. Or, l'accès au site était limité et la diffusion des découvertes interdite. Cependant des fragments provenant de ce site étaient en vente clandestinement à Rome. Il apparut rapidement qu'il s'agissait de contrefaçons, réalisées par Giuseppe Guerra, l'artiste qui prétendait les restaurer. Après la découverte de la supercherie, l'affaire fut relatée par Caylus, Winckelmann et le père Piaggio. Les théoriciens qui s'intéressaient à la peinture antique tentèrent de retrouver la technique de l'encaustique, oubliée des artistes modernes. Ces recherches eurent pour conséquence l'emploi de la cire dans les matériaux utilisés pour la restauration des peintures antiques. L'étude de la technologie des faux permet de comprendre le contexte dans lequel évoluait le faussaire : en effet, celui-ci adapte son discours et sa technique au goût de ses contemporains, le but étant de rendre son oeuvre attrayante et ... authentique. La connaissance des truchements du faussaire, ainsi que des analyses scientifiques permettent de détecter plus sûrement les faux.

sexta-feira, 14 de dezembro de 2012

Obtenção de informação cultural das madeiras dos navios



A seguinte tese de doutoramento está disponível na internet com acesso livre:

Pearce Paul Creasman, Extracting Cultural Information from Ship Timber, Texas A&M University, 2010.

Está aqui.

Resumo:

This dissertation is rooted in one general question: what can the wood from ships reveal about the people and cultures who built them? Shipwrecks are only the last chapter of a complex story, and while the last fifty years of nautical archaeology have managed to rewrite a number of these chapters, much of the information unrelated to a ship’s final voyage remains a mystery. However, portions of that mystery can be exposed by an examination of the timbers. An approach for the cultural investigation of ship timbers is presented and attempts are made to establish the most reliable information possible from the largely unheralded treasures of underwater excavations: timbers. By introducing the written record, iconographic record, and the social, economic, and political factors to the archaeological record a more complete analysis of the cultural implications of ship and boat timbers is possible. I test the effectiveness of the approach in three varied case-studies to demonstrate its limits and usefulness: ancient Egypt’s Middle Kingdom, the Mediterranean under Athenian influence, and Portugal and the Iberian Peninsula during the Discoveries. The results of these studies demonstrate how ship timbers can be studied in order to better understand the people who built the vessels.

quinta-feira, 13 de dezembro de 2012

As obras e a técnica de Piero della Francesca


O seguinte livro está disponível na internet com acesso livre:

Keith Christiansen (ed.), Piero della Francesca. Fra Carnevale and the Making of a Renaissance Master, New York, The Metropolitan Museum of Art, 2005.

Está aqui.

Índice:
  • Emanuela Daffra, In Search of Fra Carnevale, A " Painter of High Repute", p. 23
  • Keith Christiansen, Florence: Filippo Lippi and Fra Carnevale, p. 39
  • Andrea De Marchi, Fra Carnevale, Urbino, and the Marches: An Alternative View of the Renaissance, p. 67
  • Matteo Ceriana, Fra Carnevale and the Practice of Architecture, p. 97
  • Andrea Di Lorenzo, Documents in the Florentine Archives, p. 290
  • Matteo Mazzalupi, Documents in the Urbino Archives, p. 299
  • Livia Carloni, Documents in the Barberini Archives, p. 306
  • Roberto Bellucci, Cecilia Frosinini, Observations on the Technique and Artistic Culture of Fra Carnevale, p. 310
  • Ciro Castelli, George Bisacca, Carpentry and Panel Construction, p. 343

sexta-feira, 9 de novembro de 2012

The British Museum Technical Research Bulletin, vol. 5, 2011



A revista The British Museum Technical Research Bulletin, vol. 5, de 2011, acabou de ser disponibilizado online com acesso livre.

Está aqui.

Índice:

  • Aude Mongiatti, Fahmida Suleman, Nigel Meeks, Beauty and belief: the endangered tradition of Omani silver jewellery, pp. 1-14
  • Hayley Bullock, Alexandra Baldwin, Jamie Hood, Chris Fern, Caroline Cartwright, Janet Lang, Quanyu Wang, Evidence for shield construction from the early Anglo-Saxon cemetery site of Tranmer House, Bromeswell, SuffolkHayley, pp. 15-24
  • Lynne Harrison, Janet Ambers, Rebecca Stacey, Caroline Cartwright, Angeliki Lymberopoulou, The Noli me Tangere: study and conservation of a Cretan icon, pp. 25-38
  • Satoko Tanimoto, Rebecca Stacey, Gillian Varndell, Tracey Sweek, Grimes Graves revisited: a new light on chalk 'lamps', pp. 39-47
  • Caroline Cartwright, Lin Rosa Spaabæk, Marie Svoboda, Portrait mummies from Roman Egypt: ongoing collaborative research on wood identification, pp. 49-58
  • Quanyu Wang, Sascha Priewe, Kwang-tzuu Chen, Susan La Niece, A Chinese bronze gui vessel: genuine Western Zhou object or fake?, pp. 59-66
  • Caroline Cartwright, Jon Taylor, Investigating technological and environmental evidence from plant remains and molluscs in cuneiform tablets, pp. 67-72
  • Jamie Hood, Joanne Dyer, Janet Lang, Janet Ambers, Defence and decoration: new findings on a late fourteenth-century 'kettle-hat' helmet found in London, pp. 73-80
  • Catherine Higgitt, Susanna Harris, Caroline Cartwright, Pippa Cruickshank, Assessing the potential of historic archaeological collections: a pilot study of the British Museum's Swiss lake dwelling textiles, pp. 81-94
  • John Taylor, Bridget Leach, Helen Sharp, The history and conservation of the papyrus of Tuy, pp. 95-104

Cochinilha – A história de uma cor



O seguinte livro está disponível na internet com acesso livre:

Elena Phipps, Cochineal Red. The Art History of a Color, New York, The Metropolitan Museum of Art, 2010.

Está aqui.

Para a história do restauro de obras de arte


Foi há pouco publicado o seguinte livro:

Noémie Étienne, Léonie Hénaut (ed.), L'Histoire à l'Atelier - Restaurer les Oeuvres d'Art (XVIIIe-XXIe Siècles), Lyon, Presses Universitaires de Lyon, 2012.

Índice:

  • Noémie Étienne, Léonie Hénaut, Introduction, p. 5
  • Dominique Poulot, Prologue: La restauration, au contraire de l'histoire, p. 23
  • Delphine Burlot, Le faux : une tentation d'expert? Le cas de Camillo Paderni (1715-1781), artiste, restaurateur et antiquaire napolitain, p. 41
  • Aglaé Achechova, Restaurer, piller, falsifier. Le cas de Stépan Sabine-Gousse, un restaurateur indélicat dans l'Empire russe au tournant des xixe et xxe siècles, p. 63
  • Capucine Lemaître, La maison de la mosaïque. Un atelier spécialisé dans la restauration des mosaïques à Nîmes au xixe siècle, p. 83
  • Raphaële Delas, Sculpter ou restaurer? Les sculpteurs-restaurateurs d'édifices médiévaux en France, 1830-1870 :Théophile Caudron, les frères Duthoit et Victor Geoffroy-Dechaume, p. 111
  • Juliette Tanré, Reproduire, restaurer et exposer les collections. Le rôle des restaurateurs d'antiquités égyptiennes en France aux xixe et xxe siècles, p. 135
  • Fabrice Rubiella, Masquer ou restaurer? Réflexions sur les anciennes restaurations d'une amphore panathénaïque, p. 161
  • Marie Frappat, "Réactiver " les œuvres. Histoire et pratiques des professionnels de la restauration des films, p. 181
  • Chiara Piva, L'atelier du Pio-Clementino. Gestion et organisation du travail de restauration de la sculpture antique à Rome à la fin du xviiie siècle, p. 205
  • Natalia Gustavson, Spoliation et restauration. Quelques remarques sur l'histoire de la restauration des saisies napoléoniennes en Autriche, p. 227
  • Federica Giacomini, Les cultures de la restauration. Entre commande publique et collectionnisme privé dans l'Italie du xixe siècle, p. 247
  • Maddalena Vazzoler, Chez les Brignole Sale. L'entretien et la restauration d'une collection privée à Gênes au xixe siècle, p. 267
  • Noémie Étienne, Le restaurateur et l'espace public. Stratégies publicitaires et visibilité des restaurations à Paris entre 1775 et 1815, p. 303
  • Manuel Charpy, Restaurer le passé. Marché des antiquités et pratiques de la restauration à Paris au xixe siècle, p. 329
  • Gaspard Salatko, Restaurer des icônes. Reconfiguration ou restauration d'un dispositif liturgique à Paris au xxe siècle ?, p. 373
  • Antoine Hennion, Conclusion : La restauration, un atelier de l'histoire, p. 399

segunda-feira, 5 de novembro de 2012

A arte de um mestre flamengo


Para terminar por hoje, mais uma informação sobre um outro volume que está disponível na internet com acesso livre:

Maryan W. Ainsworth (ed.), Petrus Christus. Renaissance Master of Bruges, New York, The Metropolitan Museum of Art, 1994.

Está aqui.

Índice:

  • Maximiliaan P. J. Martens, Bruges During Petrus Christus's Lifetime, p. 3
  • Maximiliaan P. J. Martens, Petrus Christus: A Cultural Biography, p. 15
  • Maryan W. Ainsworth, The Art of Petrus Christus, p. 25
  • Maryan W. Ainsworth, Catalogue, p. 67
  • Maximiliaan P. J. Martens, Archival Documents and Literary Sources, p. 195
  • Peter Klein, Dendrochronological Analysis of Panels Attributed to Petrus Christus, p. 213

Uma história do ICCROM



Foi há pouco disponibilizado online, com acesso livre, o seguinte livro:

Jukka Jokilehto, ICCROM and the Conservation of Cultural Heritage A history of the Organization’s first 50 years, 1959-2009, Rome, ICCROM, 2011.

Está aqui.

Feito por alquimia – os pigmentos artificiais e o seu uso em pintura



Depois de mais uma longa interrupção, aqui está a primeira de várias notas sobre algumas publicações que surgiram nas últimas semanas.

Um volume há muito anunciado está finalmente publicado. Trata-se de:

Marián del Egido, Stefanos Kroustallis (ed.), Fatto d'Archimia. Los Pigmentos Artificiales en las Técnicas Pictóricas, Madrid, Ministerio de Educación, Cultura y Deporte, 2012.

Índice:

  • Stefanos Kroustallis, Marián del Egido, Artificio y artificial: una breve introducción, p. 9
  • Mark Clarke, Fatto d'Archimia: alchemy and artificial pigments, p. 13
  • Margarita San Andrés Moya, Química moderna y producción de nuevos pigmentos, p. 25
  • Stefanos Kroustallis, El color de las palabras: problemas terminológicos e identificación de los pigmentos artificiales, p. 53
  • Rocío Bruquetas, Colores de artificio: comercio y producción en España hasta 1800, p. 69
  • Marisa Gómez, Las técnicas analíticas de estudio de los pigmentos artificiales: identificación e interpretación en obras reales, p. 83
  • Leslie Carlyle, Practical considerations for creating historically accurate reconstructions, p. 105
  • Günter Grundmann, Mark Richter, Types of dry-process artificial arsenic sulphide pigments in cultural heritage, p. 119
  • Ulderico Santamaría, Giorgia Agresti, Claudia Pelosi, Memory and matter of cultural heritage: lead, tin and antimony based yellow pigments, p. 145
  • Jo Kirby, Red Lake Pigments: Sources and Characterisation, p. 157
  • Rocío Bruquetas Galán, El bermellón de Almadén: de Plinio a Goya, p. 171
  • Maria Joao Melo, Catarina Miguel, The making of vermilion in medieval Europe: historically accurate reconstructions from The book on how to make colours, p. 181
  • Margarita San Andrés, Natalia Sancho, Sonia Santos, José Manuel de la Roja, Verdigris. Terminología y recetas de preparación, p. 197
  • Margarita San Andrés, José Manuel de la Roja, Sonia Santos, Natalia Sancho, Patrones de identificación del verdigris: elaboración a partir de la reproducción de recetas antiguas, p. 235
  • Manuel Sánchez del Rio, Maya blue studies in relation to history and archeology, p. 259
  • Marisa Gómez, Ruth Chércoles, Margarita San Andrés, Los azules de cobalto, p. 273
  • Ad Stijnman, Artificial black pigment. The case of Frankfurter Schwarz / Frankfurt Black / Noir de Francfort / Frankfort Zwart / Negro de Frankfurt, p. 293

quarta-feira, 23 de maio de 2012

Os processos dos artistas – tecnologia e interpretação

Foi há pouco publicado o seguinte volume, que contém as comunicações apresentadas no 4.º encontro do grupo Art Technological Source Research (ATSR), do ICOM-CC, que decorreu em Viena em 2010:

Sigrid Eyb-Green, Joyce H. Townsend, Mark Clarke, Jilleen Nadolny, Stephanos Kroustallis (ed.), The Artist's Process. Technology and Interpretation, London, Archetype Publications, 2012.

Índice:
  • Nicholas Eastaugh, From source to chronology: studies on macro-scale behaviour in art technology, pp. 1-9
  • Timea Tallian, Living sources: experts, masters and practitioners, pp. 10-17
  • Ad Stijnman, Some thoughts on realia: material sources for art technological source research, pp. 18-20
  • Rocio Bruquetas, Stefanos Kroustallis, Judging art: lawsuits involving the painter and sculptor Alonso Berruguete as sources for art technology, pp. 21-26
  • Mark Clarke, Reworking and reuse: adaptation and use in workshop texts, pp. 27-31
  • Ad Stijnman, A short-title bibliography of the Secreti by Alessio Piemontese, pp. 32-47
  • Doris Oltrogge, Theophilus: a methodological approach to reading an art technological source, pp. 48-53
  • Mark Clarke, A unique 12th-century illuminator's treatise: an original composition incorporated in the Brussels Compendium artis picturae, pp. 54-59
  • Catarina Miguel, Adelaide Miranda, Marisa Oliveira, Maria João Melo, Mark Clarke, 'The book on how one makes colours of all shades in order to illuminate books' revisited, pp. 60-66
  • Sabine Formánek, A glimpse of the Renaissance: colours and geometrical patterns on a southern German game board of the late 16th century, pp. 67-71
  • Tamar Davidowitz, Tonny Beentjes, Joosje van Bennekom, Sara Creange, Identifying 16th-century paints on silver using a contemporary manuscript, pp. 72-78
  • Christoph Krekel, Helena Fuertes, Saffron for purity: raw materials for the production of coloured glazes in 16th-century German recipes, pp. 79-83
  • Manfred Koller, An unknown art technological source for Austrian Baroque art: the diaries of Abbot Hieronymus Übelbacher of Dürnstein for 1710-40, pp. 84-89
  • Agnès Le Gac, Ana Isabel Seruya, Jean Bleton, Sung Voduy, José Carlos Frade, Raised decorations applied to Baroque polychrome sculpture in Coimbra, Portugal: the production of painter-gilders or sculptors?, pp. 90-111
  • Maartje Stols-Witlox, Luc Megens, Leslie Carlyle, 'To prepare white excellent...': reconstructions investigating the influence of washing, grinding and decanting of stack-process lead white on pigment composition and particle size, pp. 112-129
  • Arie Wallert, De Groote Waereld in't Kleen Geschildert (The Big World Painted Small)-, a Dutch 17th-century treatise on oil painting technique, pp. 130-137
  • Rocio Bruquetas, Sources for the study of pigments used by Goya and other 18th-century Spanish painters, pp. 138-146
  • Idelette van Leeuwen, Arie Wallert, Cecile Gombaud, Joana Pedroso, Instructions on the making of pastel crayons and their use in pastel painting: a manuscript in the Rijksmuseum, Amsterdam, pp. 147-157
  • Kathrin Kinseher, Ernst Berger and the late 19th-century Munich controversy over painting materials, pp. 158-166
  • Agathi Anthoula Kaminari, Athina Alexopoulou, Penelope Banou, Philip Miller Tate, Eileen M. Buckley-Dhoot, Reconstruction and imaging of copy press samples, pp. 167-171
  • Hartmut Kutzke, Biljana Topalova-Casadiego, Exploring an artist's practice: Edvard Munch's paint tubes, pp. 172-175
  • Devi Ormond, Teio Meedendorp, Muriel Geldof, Luc Megens, Kathrin Pilz, Interpreting Van Gogh's plein air painting practice: written sources versus painted image, pp. 176-183
  • Albrecht Pohlmann, Bernsteinlack, Vernis Vibert and Weimarweiss: the letters of Lyonel Feininger (1871-1956) as a key source for his painting technique, pp. 184-190
  • Rosa M. Gasol, A virtual colour reconstruction project for Romanesque wall painting in Sixena, Spain, pp. 191-192
  • Markus Santner, Wolfgang Baatz, Renata Burszan, Jörg Riedel, The painting process in the Bishop's Chapel in Gurk, Carinthia (Austria), pp. 193-194
  • Abbie Vandivere, In search of van Mander's primuersel: coloured intermediate layers in early 16th-century Netherlandish paintings, pp. 198-199
  • Ingalill Nyström, An approach to the analysis of Swedish painted wall hangings (1700-1870), p. 202
  • Borries Brakebusch, J.W. Schirmer's 19th-century use of grisaille underpainting, pp. 203-204
  • Silvia Garcia Fernández-Villa, Margarita San Andrés Moya, Selina Blasco, Industrial development of plastics and 20th-century art: new synergies, pp. 205-206
  • Joana Lia Ferreira, Maria João Melo, Ana Maria Ramos, Sabu colours: vinyl artists' paints from the 1960s, p. 207
  • Suvi Leukumaavaara, Seppo Hornytzkyj, Ole Kandelin's painting processes and materials, pp. 208-209
  • Anna Nualart Torroja, M. José González Madrid, Marina Mascarella Vilageliu, Marta Oriola Folch, Restoring Francesc Artigau's paintings from 1966, pp. 210-211
  • Mark Clarke, Ad Stijnman, Around Theophilus: an expert meeting towards new standards in Theophilus scholarship, pp. 215-217

sexta-feira, 13 de abril de 2012

O restauro de obras de arte na Europa cerca de 1800

Acabou de ser publicado um número extra-série da revista digital CeROArt – Conservation, exposition, Restauration d'Objets d'Art que tem como título: “La restauration des oeuvres d'art en Europe entre 1789 et 1815: pratiques, transferts, enjeux”.

A revista, com acesso livre, está aqui.

Índice:

  • Léonie Hénaut, Préface. Restauration, spoliations et controverses
  • Noémie Étienne, Introduction. La restauration en Europe de 1789 à 1815 : entre politique et philosophie
  • Francesca Lui, L'École de Bologne passée au crible. Déplacements, restaurations et mesures de protection des œuvres d'art à l'époque de Napoléon (1796-1815)
  • Natalia Gustavson, Retracing the restoration history of Viennese paintings in the Musée Napoléon (1809-1815)
  • Alice Hoppe-Harnoncourt, The Restoration of Paintings at the Beginning of the Nineteenth Century in the Imperial Gallery
  • Mariam Nikogosyan, The Restoration of Paintings at the Imperial Hermitage (Saint-Petersburg) at the Beginning of the 19th Century
  • Robert Skwirblies, Restoration of artworks in the Berlin royal picture collection between 1797 and 1830. Internationalization, professionalization, institutionalization
  • Cathleen Hoeniger, The Art Requisitions by the French under Napoléon and the Detachment of Frescoes in Rome, with an Emphasis on Raphael
  • Capucine Lemaître, Les premières sauvegardes de mosaïques antiques en France. Genèse et développement d'une pratique
  • Janusz Krawczyk, La question de l'authenticité des meubles et le problème de leur conservation dans le premier musée polonais de Pulawy
  • Claudia Keller, The Beholder's Hurt Feeling. Johann Heinrich Meyer's Critical Discussion of Restoration
  • Astrid Fendt, La non-restauration des statues antiques berlinoises à Paris

sábado, 24 de março de 2012

A transformação da profissão do conservador-restaurador

A seguinte tese de mestrado está disponível online, com acesso livre:

Sílvia Cristina Carvalho Sá, A Transformação da Profissão do Conservador-restaurador. Um Estudo da Socialização e Construção das Identidades Profissionais, Lisboa, Instituto de Educação da Universidade de Lisboa, 2011.

Está aqui.

Resumo:

A Conservação e Restauro ocupa hoje um lugar preponderante na salvaguarda e recuperação do património. Vários factores impulsionaram a mudança que se tem vivido nas três últimas décadas, residindo principalmente na criação de programas de nível superior, acompanhados do reconhecimento legal da necessária competência técnica na direcção de obras ou intervenções e na progressiva valorização e visibilidade da profissão. O presente estudo procura apresentar uma incursão sobre o processo de socialização e construção da identidade profissional do conservador-restaurador face a este cenário de mudança. Na análise deste corpo profissional, após mapear os fundamentos teóricos que orientam a leitura da realidade em estudo, conduzidos particularmente no conceito de identidade profissional de Dubar (1997a), cuidaremos de apresentar alguns traços de percursos, obtidos através de narrativas biográficas orais, analisando a singularidade de cada trajectória profissional e traçando um panorama geral das tendências mais marcantes na dinâmica deste grupo profissional.

terça-feira, 7 de fevereiro de 2012

Sobre um caso de estudo da relação entre a história da arte e a conservação e restauro

Está com acesso livre na internet a seguinte tese de doutoramento:

Joaquín Arquillo Torres, Aspectos Socio-religiosos en la Conservación de las Representaciones Escultóricas Marianas. Influencia en Tres Imágenes Medievales Representativas, Sevilla, Universidad de Sevilla, 1989.

Está aqui.

Introdução:

Cuando nos introducimos en la Historia del Arte, a la búsqueda de temas inéditos que ofrezcan interés y posibiliten una profunda investigación, con aportación de datos que complementen o amplíen los conocimientos existentes, nos encontramos con el mundo apasionante de la imagine a religiosa.

Se ha escrito mucho sobre los aspectos históricos, estilísticos, iconográficos, estéticos, compositivos, etc., pero en el sentido material, el tema solamente ha sido tratado de manera muy puntual y casi siempre superficial y genéricamente, por ello, consciente de que el comportamiento de la obra es consecuencia directa de su propia constitución, al ser aquella el resulta do de la aplicación artística de los materiales mediante el empleo de técnicas adecuadas, he querido profundizar en el estudio de esta parcela concreta y de su relación con causas de deterioro, como pueden ser las deriva das de su función, o determinados aspectos socio-religiosos que constituyen elementos determinantes en la pérdida de la pureza artística y el mantenimiento de su integridad material.

Si la obra de arte, por el envejecimiento natural de los elementos que la configuran sufre un deterioro mas o menos acelerado en relación directa con a importancia de las causas, en la conservación de la imaginería religiosa, intervienen otras de significativa importancia que sin lugar a dudas han originado mas desastres que los producidos por circunstancias naturales. Esta problemática me ha aconsejado centrar la atención en una parcela importante de nuestra imaginería, como es la que se refiere a las representaciones escultóricas del período medieval, interés que se justifica por dos hechos significativos: el tratarse de una etapa histórica poco conocida en el sentido que se pretende estudiar el tema, y el haber tenido la oportunidad de participar en el tratamiento de numerosas imágenes de esta época, entre ellas las de Ntra. Sra. de Guadalupe (Guadalupe, Cáceres), Ntra. Sra. de Regla (Chipiona, Cádiz), y Ntra. Sra. de los Reyes (Catedral de Sevilla).

La colaboración en los tres últimos trabajos citados, me facilitó el acceso a una documentación inédita, sobre unas imágenes tan representativas del período medieval, hecho que me permitió profundizar en su estudio con el fin de contrastar la tradición y la leyenda, con la realidad material, sobre la base de un enfoque científico-técnico.

sexta-feira, 18 de novembro de 2011

Um manual de restauro de pintura de meados do século XIX

O livro seguinte acabou de ser livremente disponibilizado online:

Giovanni Secco-Suardo, Manuale Ragionato per la Parte Meccanica dell'Arte del Ristauratore dei Dipinti, Milano, Tipografia di Piero Agnelli, 1866.

Está aqui.

Trata-se de um dos primeiros manuais de restauro, além disso escrito por quem, como já alguém disse, foi autor da “primera manifestación clara de la separación entre pintor y restaurador”.